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	<title>Ponto final</title>
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		<title>Ponto final</title>
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		<title>Aventura II, part. II</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 23:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memórias de Um Copo Vazio]]></category>

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		<description><![CDATA[Elemento F Este é um dos elementos mais velhos na minha história, o elemento F vinha a acompanhar as minhas aventuras desde o inicio do 10º ano, o modo como nos conhecemos foi o mais caricato possível, e isto é mesmo verdade o que vou dizer petizes, e não apenas como eu queria que tivesse [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=61&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p class="MsoNormal"><a href="http://segundaface.files.wordpress.com/2009/02/img_0287.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-62" title="img_0287" src="http://segundaface.files.wordpress.com/2009/02/img_0287.jpg?w=315" alt="img_0287"   /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span>Elemento F</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Este é um dos elementos mais velhos na minha história, o elemento F vinha a acompanhar as minhas aventuras desde o inicio do 10º ano, o modo como nos conhecemos foi o mais caricato possível, e isto é mesmo verdade o que vou dizer petizes, e não apenas como eu queria que tivesse acontecido…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Tinha acabado o meu 9º ano, e vinha fresco e parvo <span style="text-decoration:line-through;">já na altura muito bom</span> para uma nova escola, com pessoas que nunca tinha visto na vida. A melhor coisa que me aconteceu nestas ferias foi descobrir que ia ter aulas numa turma com mais de 20 gajas e apenas 3 gajos!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>No primeiro dia de aulas vinha no meu passado estilo parvo para as aulas. Após um belo discurso, daquilo que presumo que tenha sido o presidente do conselho executivo, a directora de turma acompanhada pelo elemento Luci[fer] acompanhou-nos para a nossa mais típica sala de tortura. Foi neste caminhar entre estranhos que o elemento F se destacou. Do nada, fez a melhor abordagem que até hoje ouvi, “olá tudo bem? Sou o elemento F, pá temos que nos unir somos só 3 contra 20 e tal gajas, elas não nos podem ganhar!”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Deste momento em diante este elemento foi sempre uma personagem presente em todos os momentos das minha “memórias de um copo vazio”, no secundário.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>De volta as memorias,</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>O elemento F vinha sempre com varias miúdas à sua voltar, uma delas – ainda hoje não sei como – vinha a fazer o pino e a segurar-lhe a mão ao mesmo tempo! O elemento F vinha vestido com um fato-de-treino azul com o símbolo da adidas no peito, sobre o pescoço pesados colares de ouro caíam para o peito e nos dedos da mão esquerda tinha 4 anéis de ouro, cada um com uma letra (do mindinho para o indicador: O-C-I-X), sapatilhas brancas e uns óculos de sol tipicamente à motoqueiro, sem nunca faltar o típico bigode a cobrir o lábio superior!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Bom, na verdade isto era como devia ter sido, como realmente aconteceu…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Estava sentado a beber o meu fino quando chegou o elemento F, vestido com uma típica camisola azul, umas calças de ganga e umas sapatilhas azuis escuro, “então caralho, não chegou ninguém ainda? Vim eu cheio de pressa para nada…vou é pedir um fino também!”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Por entre o fino dele, e as piadas sobre o que ele faria num encontro a 3 com a minha mãe e uma gaja de artes da nossa muy grata escola secundaria (a serio, a moça na altura valia a pena…não a serio mesmo, era mesmo gira!!), eis que chegam mais uns elementos para a festa. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os elementos <strong>∆, </strong><strong><span style="font-weight:normal;">C, S e L.</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Ora sorte a minha, agora vou ter que falar sobre todos os elementos, tirando o animal do S, esse já todos conhecem! </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Elementos </span></strong><strong><span>∆, </span></strong><strong><span style="font-weight:normal;">e L</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>Estes elementos são quase tão velhos como o elemento F.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Começo pelo <strong>∆. </strong><strong><span style="font-weight:normal;">Conheci este elemento ainda no meu 10º ano, soube que era uma aluna que vinha de artes, e como é obvio, eu e o elemento F cruzamos os dedos e rezamos a buba para nos trazer a morena jeitosa daquele curso, mas depois vimos pelo nome que não era e ficamos em depressão quase por duas semanas… Mas continuando, soubemos que uma aluna de artes vinha para o nosso curso e toda a turma andava a falar sobre isso, sinceramente nunca liguei muito a isso na altura, mas certo dia isso mudou. Estávamos nos bancos de pedra, quando das sombras saiu uma personagem que se apresenta como elemento </span>∆. </strong><strong><span style="font-weight:normal;">Olhei para ela por breves momentos…e a única coisa que me lembro antes de entrar em coma é de uma bota de biqueira de aço a voar em direcção ao meu crânio, a justificação? Bem dias mais tarde depois de sair de coma, ela disse que não gostava que as pessoas olhassem fixamente para ela, disse-me isto enquanto brincava com uma “borboleta”, acabou a conversa a espetar a faca entre as minhas pernas e a dizer “espero não ter que voltar a repetir isto! Já agora, sabes que aula temos amanhã?”</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">As coisas não foram assim tão violentas, mas a serio crianças, se algum dia virem que o elemento </span></strong><strong><span>∆ </span></strong><strong><span style="font-weight:normal;">está chateado não falem com ela! </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Na verdade o que aconteceu foi:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Sabíamos que uma rapariga vinha de artes para a nossa turma, e depois do desgosto, meu e do elemento F, soubemos que essa pessoa era o elemento </span></strong><strong><span>∆, </span></strong><strong><span style="font-weight:normal;">e desde logo esse desgosto foi dissolvido, sem duvida que esta é uma das personagens mais queridas das minhas memorias. Mas a serio, não se metam com ela de manha cedo, nem quando está cheia de trabalho…já vi alguns membros da máfia a serem mais simpáticos! </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Elemento L,</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Este elemento também vem desde o início do 10º ano. A primeira vez que a vi foi no 10º ano, quando me tentou converter para as testemunhas de jehovah, vinha ela num fato parecido com o das freiras, cabelo loiro ao ar e olhar de santa, com vários panfletos na mão e argumentos pré-feitos sobre a “salvação ser Jesus”. Ainda me lembro, houve um dia em que ela ficou a aula a rezar um terço para ver se a Luci[fer] tinha um pequeno acidente…obvio que ela rezou esse terço para mim e para o elemento F, infelizmente devido a falta de materiais corrosivos não podemos por o nosso plano em pratica..</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Bem, esta imagem de freira não é bem como conhecia o elemento L…na verdade,</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">Estava a decorrer o 10º ano, quando decidi que devia começar a expandir o meu grupo de conhecidos para alem do elemento F, e foi assim que durante típicas conversas me fui aproximando do elemento L, outro elemento que deve ser retido! E foi com este elemento que as minhas memórias sobre os elementos no 10º ano fica completo. E este grupo continuou sempre, mais ou menos todo, coeso ate ao final do secundário. Trabalhos, cafés, jantares, saídas, e em alguns casos cenas escaldantes em trios, estes elementos estavam lá! Agora com o novo condimento, o elemento S!</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;"><br />
</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--></p>
<p><!--[if gte mso 10]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-weight:normal;">[Next Chaper, Aventura II, part III</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span>"</span><span style="font-size:12pt;font-weight:normal;">Por ultimo o elemento C (...)"</span><span style="font-size:12pt;font-weight:normal;">,Para minha surpresa eles tinham introduzido um novo jogador este ano, o J.C-Hammer(..)"</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">"E foi aqui que tive a minha primeira vez (...) com o elemento S (...) entre outras(...)"</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">Only on your blog:  SegundaFace.Wordpress or All-Rats-Need-A-Lair.Blogspot.Com!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;">"Memoirs Of An Empty Glass"]<br />
</span></p>
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			<media:title type="html">ponto final</media:title>
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		<title>Memórias De Um Copo Vazio – Aventura II, part. I</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 00:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memórias de Um Copo Vazio]]></category>

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		<description><![CDATA[Ora, caros miúdos, estão a ver aquelas pessoas que saem da escola e dizem “estava a ver que esta merda nunca mais acabava, já estou farto de passar o dia enfiado neste sitio…”, mas que no entanto nos tempos livres vão tomar café no sito mais perto da escola? Pronto o nosso grupo era assim [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=45&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57" class="wp-caption alignnone" style="width: 1034px"><a href="http://segundaface.files.wordpress.com/2009/02/img_0281-copy1.jpg"><img class="size-full wp-image-57" title="img_0281-copy1" src="http://segundaface.files.wordpress.com/2009/02/img_0281-copy1.jpg?w=315" alt="Casa da Saude"   /></a><p class="wp-caption-text">Casa da Saude</p></div>
<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><span>Ora, caros miúdos, estão a ver aquelas pessoas que saem da escola e dizem “estava a ver que esta merda nunca mais acabava, já estou farto de passar o dia enfiado neste sitio…”, mas que no entanto nos tempos livres vão tomar café no sito mais perto da escola?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Pronto o nosso grupo era assim pelas alturas do secundário, na verdade penso que na companhia do elemento S passei mais tempo neste café, a casa da saúde, do que nas próprias aulas, no entanto que ninguém venha dizer que eu não ia a escola! O café fica na rua em frente da escola, e a maior parte das vezes chegava a pisar o terreno sagrado da escola, mas depois o elemento S levava-me por maus caminhos e lá tinha que ir beber finos [sim, as 8.32h nós andávamos pela casa da saúde com um copo de fino à nossa frente! Obvio que pertencia a outra pessoa, nós não somos assim tão parvos, faz mal cerveja tão cedo!] para a mítica casa da saúde.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Esta aventura começa num típico dia da semana, uma quarta-feira de tarde depois da bem-dita hora de almoço. Como sempre lá estava eu a espera que fossem chegando os outros elementos para mais uma tarde repleta de alegria e felicidade na casa da saúde.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Quando cheguei à porta da casa da saúde chovia, o céu estava completamente coberto por nuvens negras e imponentes trovões que iluminavam a rua escura… A porta da casa da saúde estava meia aberta, era feita de madeira preta, ornamentada com ferro. Entrei. Mal tive tempo para falar e o elemento R.A. saltou-me para cima com uma faca de talho, cravando-a sobre o meu ombro enquanto falava em latim [na altura não compreendi o que ele dizia] e tinha um olhar de morte e felicidade cravado em toda a sua cara…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Bem, não foi bem isto que aconteceu…isto é como eu penso da casa da saúde, isto é como realmente aconteceu.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Era quarta-feira, e como sempre depois do almoço o ponto de encontro era a casa da saúde, o normal. Uma tarde tipicamente setembrina. Ao chegar ao café, vi que ainda não tinha chegado ninguém, peguei no jornal “O Jogo” e fiquei sentado a dar uma vista de olhos pelo desporto, do nada saltou o elemento R.A. e pergunta o que ia desejar, numa voz meia rouca…ah! Claro, esqueci-me de apresentar este querido elemento…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Elemento R.A:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Reza a historia, que nos tempos idos em mares míticos, uma batalha entre o bem e o mal foi travada. Um demónio conseguiu invocar a alma de Lúcifer, e foi nesta altura que Homens e Lémures tiveram que se juntar numa batalha épica para destruir este mal… Após várias mortes, e uma ida rápida ao Tone dos Cachorros para atestar o estômago, la se conseguiu matar Lúcifer, ou pelo menos pensavam assim os Homens e os Lémures… na verdade a sua alma foi dividida em duas partes, e para sempre condenadas a vaguear pela terra em corpos separados, até um dia essas almas se juntarem numa comunhão conjugal e darem ao mundo o filho das trevas! Uma dessas almas, é o elemento Luci[fer], mais conhecida pela professora de português do secundário, e o outro…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>o elemento R.A. (TA TA TA TAMM)!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Fora isto, o elemento R.A., é o dono da casa da saúde e anda sempre por lá a dirigir aquilo com a sua ditadura “cafesitana”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Voltando a história, ele veio perguntar o que queria, e como pessoa civilizada pedi um fino! Por entre leves golos do mel dos deuses, e umas quantas linhas de desporto que andava a ler, lá apareceu um dos elementos, o elemento F.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>[continua. Não perca o próximo texto, porque eu também não. Ate porque vou ser eu a escrever aquela treta, por isso é parvo dizer isto!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-GB">List of ‘Memoirs Of An Empty Glass’</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Season 1, Episode II, part. II – </span>February 19, 2009]</p>
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignnone">
<dt class="wp-caption-dt"></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Casa Da Saude</dd>
</dl>
</div>
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		<title>&#8220;Memórias de Um Copo Vazio&#8221;- Aventura I</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 16:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memórias de Um Copo Vazio]]></category>

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		<description><![CDATA[O fim do princípio, é isto que vos digo meus petizes, tudo corria bem até aquele fatídico dia de Setembro em que toda a mina vida deu uma volta, e agora vejam como estou…mas bem, acho que é melhor começar do início. Estava a semanas de começar o 11º ano, andava eu feliz da vida [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=29&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p><!--[if gte mso 10]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal"><span>O fim do princípio, é isto que vos digo meus petizes, tudo corria bem até aquele fatídico dia de Setembro em que toda a mina vida deu uma volta, e agora vejam como estou…mas bem, acho que é melhor começar do início.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Estava a semanas de começar o 11º ano, andava eu feliz da vida pela escola a ver quem raios estaria pela minha turma neste novo ano. Devia ter notado mal li o nome dele na pauta, mas nunca pensei que tal coisa fosse mudar a minha vida daquele modo. Por entre vários elementos conhecidos, um saltou aos meus olhos, “Elemento S”, era o que dizia na lista…do nada tudo ficou silencioso, o meu coração começou a bater mas rápido e tudo começou a ficar desfocado, fiquei cheio de calor e sentia-me envolvido por fumo… alguns segundos depois apercebi-me que a escola estava a arder e fui parar ao hospital com queimaduras em segundo e primeiro grau.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Após semanas de recuperação e fisioterapia lá voltei para o meu ninho de elementos estudantis, na bela da escola. A aula era de português, com a chamada Luci[fer], o que significa que começou logo mal o meu 11º ano. 90 minutos, 7 tentativas de suicídio falhadas e 571 planos de homicídio sem efeito depois, a aula acabou, e lá vim eu para fora do recinto escolar, para o nosso canto [nosso, referido aos elementos: <strong>∆, </strong><span>F, L<strong>, </strong>] onde ficavam os bancos de pedra.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Mal cheguei cá fora o sol envolveu-me os olhos, mal conseguia ver, e do nada, um figura musculada, alta, cabelos compridos ondulados com barba feita e pele macia, olhos azuis profundos como os oceanos, apareceu a minha frente acompanhado pelo elemento <strong>∆, </strong>apenas tive tempo para limpar a baba do canto da boca antes que ele dissesse o seu nome, “chamo-me elemento S”…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Na verdade, não foi bem isto que aconteceu, isto era como eu gostava que tivesse acontecido…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Como aconteceu,</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Depois da aula da Luci[fer], saí para o nosso canto, com a minha típica cara de bom humor, cá fora estava um típico dia de Setembro, céu parcialmente limpo, temperatura amena, nada de especial, apenas um bom dia. No nosso típico lugar estava o elemento <strong>∆, </strong>acompanhada por um vinking de estatura media, cabelo quase pelos ombros meio ondulado, com barba por fazer, uma pera com pedaços de carne do dia anterior e óculos que dava pelo nome de elmento S, ao seu lado estava o futuro elemento </span><strong><span lang="IT">Ω</span></strong><strong><span>. </span></strong><span>Foi o elemento </span><span><strong>∆ </strong></span><span>que me apresentou ao elemento S…e foi aqui que tudo começou, faz mais de 4 anos!</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=29&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ponto final</media:title>
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		<title>&#8220;Ode ao Nada&#8221;</title>
		<link>http://segundaface.wordpress.com/2008/05/02/ode-ao-nada/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 22:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Deixa-me aqui tanto tempo sem ti&#8230; Aqui a mercê das atrocidades do destino Num canto negro de um quarto rectangular, sobre uma visão enjaulada de uma velha janela, para um negro jardim, já florido em rosas Sobre a pálida noite chuvosa Sem ti, Com ramos de árvores em cânticos sobre tempos idos E eu aqui [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=27&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://segundaface.files.wordpress.com/2008/05/img_24221.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-28" src="http://segundaface.files.wordpress.com/2008/05/img_24221.jpg?w=226&#038;h=386" alt="" width="226" height="386" /></a></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Deixa-me aqui tanto tempo sem ti&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Aqui a mercê das atrocidades do destino</p>
<p class="MsoNormal">Num canto negro de um quarto rectangular, sobre uma visão enjaulada de uma velha janela, para um negro jardim, já florido em rosas</p>
<p class="MsoNormal">Sobre a pálida noite chuvosa</p>
<p class="MsoNormal">Sem ti,</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Com ramos de árvores em cânticos sobre tempos idos</p>
<p class="MsoNormal">E eu aqui sem ti</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Isso, vai&#8230;para longe</p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Não ligues nem escrevas</p>
<p class="MsoNormal">Eu fico no meu canto negro, do quarto rectangular a desenhar poemas em folhas invisíveis</p>
<p class="MsoNormal">Vai para longe de mim</p>
<p class="MsoNormal">Os meus fados já são roucos, assim&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Longe de mim</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O piano acabou, vou mudar de música</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">E tu ai&#8230;sempre longe de mim. Musa de vermelho cetim, com sapatos cor de cristal</p>
<p class="MsoNormal">E sorriso tímido</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Aiii</p>
<p class="MsoNormal">Tão longe e eu sem danças</p>
<p class="MsoNormal">Sem saber qual é o passo da scotish que tanto me comove</p>
<p class="MsoNormal">Sem violinos que tocavam em ramos lá de fora,</p>
<p class="MsoNormal">Com um pequeno oboé a tocar notas suaves&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Uma bisel em grave choro,</p>
<p class="MsoNormal">E um contrabaixo em ritmo apaixonado,</p>
<p class="MsoNormal">Uma guitarra sem registo de acabamento</p>
<p class="MsoNormal">E um piano de cauda</p>
<p class="MsoNormal">Belo e preto</p>
<p class="MsoNormal">Ao lado das rosas,</p>
<p class="MsoNormal">Lá fora</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Mas tu estas longe</p>
<p class="MsoNormal">E não há teclas nem teclista lá fora</p>
<p class="MsoNormal">As cordas estão quebradas</p>
<p class="MsoNormal">E tu estas longe,</p>
<p class="MsoNormal">Os sopros são só de vento</p>
<p class="MsoNormal">Gela-me os joelhos, vou matar a vista e fechar a janela</p>
<p class="MsoNormal">Um adeus nocturno a uma noite que me fala em notas diurnas</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">E tu sem mim</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Aii&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Sem mim sobre planos montes de verdes prazeres</p>
<p class="MsoNormal">Regiões emboscadas em loucas aventuras ainda sem linha traçada</p>
<p class="MsoNormal">Ai longe numa casa de pedra talhada sem mim</p>
<p class="MsoNormal">Oh, pobre de mim</p>
<p class="MsoNormal">Aqui assim&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Sem ti</p>
<p class="MsoNormal">Sem&#8230;</p>
<p class="MsoNormal">Talvez sem mim</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Pobre, sim, pobre de quem escreve assim!</p>
<p class="MsoNormal">
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/27/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/27/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=27&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">ponto final</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>O Coronel</title>
		<link>http://segundaface.wordpress.com/2008/05/02/o-coronel/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 21:21:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cocheiros partiam da soleira da porta com uma rapidez fora do normal, era dia agitado hoje em casa. Mas eu ficava, como sempre retido no meu quarto, em sonhos de um dia cantar em palco meu, poemas sobre ventos nortenhos. Os coches iam em fila para fora de casa, desta vez algo era diferente…não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=20&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a href="http://segundaface.files.wordpress.com/2008/05/2402200815011.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22" src="http://segundaface.files.wordpress.com/2008/05/2402200815011.jpg?w=433&#038;h=407" alt="" width="433" height="407" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os cocheiros partiam da soleira da porta com uma rapidez fora do normal, era dia agitado hoje em casa. Mas eu ficava, como sempre retido no meu quarto, em sonhos de um dia cantar em palco meu, poemas sobre ventos nortenhos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os coches iam em fila para fora de casa, desta vez algo era diferente…não sabia o porquê, mas apenas sabia que algo era diferente.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Do fundo das escadas ouvia os berros da minha mãe com as empregadas, que corriam em círculos loucos, como pequenas formigas a obedecer ao fogo de um miúdo curioso. Corriam pela casa a juntar sacos de viagem, roupa, talheres, livros, tudo a que pusessem a mão, assim me pareceu. Mas eu ficava no meu segundo andar, a ver o mundo lá fora sem falar, “só as paredes confesso quem amo”, dizia um outro algures, repetia eu sem abrir a boca.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Vivia numa velha casa, tipicamente oitocentista, de três andares, com grandes jardins envoltos em pequenas exóticas flores e arvores de grande porte e beleza, com folhas a cobrir o chão, com folhas de todas as cores e feitios, em resumo, a típica casa de grande burguês francês!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Do meu quarto via todo o meu jardim, e como linha do horizonte a cidade de Paris. Passava horas e horas ali, sentado numa pequena cadeira de madeira, com uma almofada vermelha de veludo, a contar todas as pequenas casa ao fundo, e de quando os olhos me doíam deste exercício contada as cores das flores. Eram tantas e tão belas. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Desta vez via algo diferente ao fundo, via colunas de fumo a elevarem-se no ar, vindas de casa em chamas, ruas esburacadas…ouvia tiros e berros. Berros angustiantes, quase como os da minha mãe, que continuava na sua “berreira” infinita com as empregadas. O céu estava escuro, estava de luto Paris, e eu chorava sem lágrimas na janela do meu quarto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Os aviões cobriam os céus, lançavam bombas sobre a cidade, eram a correcção divina em forma de metal e químicos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Não muito longe ouvi um rebentar nos portões, rapidamente me apercebi que os criados vinham a correr para a casa…”eles” tinham entrado nos nossos territórios.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Eles eram tantos, com tantas armas e olhares de morte. O meu pai combateu-os como um bravo guerreiro de tempos idos, e antes do seu último suspiro mandou um pequeno grupo dos seus homens levarem a minha mãe para fora de casa. Tarde demais, não aguentou os ferimentos e tombou sobre o peso da espada, com os olhos esbranquiçados. E eu ali, na pequena janela do meu quarto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Arrombaram a porta na entrada sem grande esforço. Berraram uns para aos outros numa língua que não percebia. A minha mãe entrou a correr no meu quarto, mandou-me esconder debaixo da cama, disse-me para não falar, que era só um jogo que ia tudo correr bem. A mentira é tão doce nesta tenra idade… Ouvi os tiros na sala. Berros das mulheres na casa, berravam como nunca tinha ouvido…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Já não tinha a janela nem Paris para mim, a minha mãe escondia-me o melhor que podia, sabia que não tinha muito tempo, haviam passos a subir os degraus das escadas. Apenas pode ouvi-los e assemelhar aquilo a uma entrada arrojada de animais saqueadores e arrogantes, de bárbaros sem sentimentos que grunhiam enquanto violavam uma e outra vez as empregadas contra todo o tipo de mobílias. E eu ali, debaixo da cama com cobertores a tapar-me a vista.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Entraram pelo meu quarto como um animal a procura de comida. Ouvi os berros deles, apercebi-me que era para a minha mãe, queria fazer algo. Mas não conseguia…o medo era tanto. Pegaram nela e atiraram-na contra a parede, largaram as armas e começaram a tocar-lhe como porcos cabrões que era o que eles eram, ela pedia ajuda, mas ninguém vinha. Raios porquê?…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Ouvia os seus sorrisos nojentos, enquanto esfregavam as línguas na cara dela. Encostavam a cara suada na branca pele da cara da minha mãe. Ela chorava e implorava para que parassem, mas eles não a ouviam, não lhe ligavam. Atiraram-na para cima da cama. Da cama onde eu me escondia. E…e…fizeram aquilo, aquilo que quiseram, sem misericórdia, uma vez…e outra…e outra…e outra…e outra. Sem pena nem calma, sem nada. Apenas um afogar de desenho carnal. E eu ali, sem falar, de lágrimas brancas…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>No fim, mataram-na, deram-lhe um tiro na cabeça. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Enquanto carregavam a arma com os seus sorrisos irónicos nas suas caras de animais, olhavam para o corpo dela, molestado, quebrado, ferido, nu…olharam-na nos olhos e mataram-na. O sangue escorreu pela cama, passou os lençóis, passou o colchão, passou o estrado…fiquei 2 dias escondido debaixo da cama, com gostas de sangue entre as minha lágrimas…2 dias ali.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Quando sai, no ar pairava um cheiro a corpos em putrefacção, sangue já seco, pólvora e esperma… A casa, que uma vez fora minha, a casa que me viu crescer que me deu as alegrias de uma infância ainda por fazer, mas que me fora arrancada assim, por mãos de usurpadores sem carácter, estava manchada. Por todos os cantos estavam corpos, alguns desfeitos, outros queimados…outros, foram alvo de “brincadeiras” de medico. O sangue estava coagulado pelo chão, colava-se aos meus sapatos. Tinha fome e sede, mas não queria tocar em nada. Tinha nojo, medo, raiva, fraqueza, tristeza, queria… vingança…queria o sangue deles no chão. Queria, queria, QUERIA! Queria o sangue deles…</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Durante anos meti este pensamento aqui, junto ao coração. Junto de mim trago o meu pai em mente, a minha mãe no coração e Paris nas mãos. Durante anos treinei, matei, fugi…fiz muito mais do que queria, fiz pouco do que quero. Jurei vingança e agora vou tê-la, passei anos neste projecto, e eles aceitaram-no. Um último ataque em massa, nós todos nós, filhos de Inglaterra, de França, da América, nos filhos dos homens livres vamos atacar hoje! Neste memo lugar vamos vingar todo o que nos tiraram, as nossas casas, as nossas vidas, os nossos sonhos. Hoje meus amigos, meus camaradas, meus soldados, matamos este animal que destruiu Paris, que arruinou Londres…que matou aos milhões. HOJE SOMOS NOS OS PATRIOTAS! Hoje somos nos os SALVADORES! Hoje a guerra acaba aqui, eles acabam aqui, no desembargue da Normandia. Senhores, é o dia D que vos trago. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Por nós, pelos nossos, pela Pátria!!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>De rompante, pelas praias tingidas de sangue da Normandia, os aliados atacaram. O coronel levou os seus homens a vitória, mudando o mundo de vez. Hoje vive sozinho numa casa oitocentista algures na mente de um jovem estudante. </span></p>
<p><a href="http://segundaface.files.wordpress.com/2008/05/240220081501.jpg"><br />
</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/20/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/20/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/20/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=20&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Berros, parte III</title>
		<link>http://segundaface.wordpress.com/2007/08/27/berros-parte-iii/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 22:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[As ruas de Ockletown estavam desertas, todas as almas estavam em suspenso descanso deitadas nas suas confortáveis camas, apenas o ressonar era audível perto das janelas. O céu estava escuro, não por ser de noite, mas sim pelas nuvens escuras que tapavam a lua, deixando as ruas numa penumbra sentimental. Ao longe da rua vem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=19&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">As ruas de Ockletown estavam desertas, todas as almas estavam em suspenso descanso deitadas nas suas confortáveis camas, apenas o ressonar era audível perto das janelas.</p>
<p class="MsoNormal">O céu estava escuro, não por ser de noite, mas sim pelas nuvens escuras que tapavam a lua, deixando as ruas numa penumbra sentimental.</p>
<p class="MsoNormal">Ao longe da rua vem algo. Não se vê bem, esta demasiado escuro para tal. Apenas um vulto entre nenhum. Os contornos do corpo são invisíveis ao olho, apenas se sabe que vem de gabardina, e que o cabelo lhe tapa a cara, ou serão só as sombras da noite?</p>
<p class="MsoNormal">O vulto avança em silêncio pela rua acima. Pára em frente a uma pequena casa. Salta o portão e avança sobre a porta de entrada, em silencia abre a porta com alguma espécie de alfinete. “Mãe cheguei”, parecia dizer, mas não saiu uma única palavra. Passo a passo, foi até a um quarto. Deitado na cama jaz um jovem na casa dos 20 anos. Como que avisado por uma voz no escuro acorda, só a tempo de ver algo ir de encontro à sua cara.</p>
<p class="MsoNormal">A sala estava fria, numa cadeira estava o jovem raptado da cama. Tapado com um capuz nada via, tudo sentia e ouvia. Não sentia roupa, sentia cordas finas apertadas a volta dos pulsos, que lhe prendiam as mãos à parte detrás da cadeira, e os pés amarrados as pernas da cadeira de metal. A sua respiração era ofegante, tinha medo, estava confuso não conseguia sequer pronunciar uma palavra. Ouve passos. Uma porta abre, e entra alguém. A porta fecha. Tilintar de metal. Místico berro de socorro no cérebro, escorre uma gota de suor pela espinha. “Boa noite”, diz o infame raptor. Ao fundo do corredor os berros escorrem pela parede, quase que custa não ir a correr em ajuda, pensa alguém que se encontra no fundo do corredor. Fecha-se outra porta.</p>
<p class="MsoNormal">Por do sol no horizonte, as nuvens fugiram, vampiros nocturnos, sugadores da luz da lua. Os jornais já cantam o desaparecimento de mais um jovem, desta vez vem um acrescento “onda de homicídios tem afectado jovens estudantes”. Num canto de um cruzamento, o professor de ciências forenses lê o jornal. Comenta para si mesmo a rapidez que as noticias correm por aquela pequena cidade fantasma. Olha para o relógio, são horas de ir trabalhar.</p>
<p class="MsoNormal">A sala de aula está com mais uma cadeira vazia, e por entre os estudantes existe um medo miudinho, em especial daqueles vivem sozinhos. Próximas vitimas? Ou mera coincidência? Pensam muitos entre suspiros mentais. Num canto, um jovem de cabelo preto comprido escrevinha qualquer coisa.</p>
<p class="MsoNormal">00.30, as ruas estão preenchidas por vegetação e animais nocturnos, a lua brilha ao longe. As portas estão fechadas…quase todas as portas estão fechadas. Uma esta aberta, uma casa esta vazia. Ao longe, vemos uma luz a sair da cave de uma casa. Vozes em sussurro vem de lá, “está tudo a correr bem, mais algum tempo e está tudo tratado”, responde uma outra voz, grave e pensativa, com um leve toque de sangue na voz, “ainda bem, trata deste, amanha temos um grande dia de colheita!”</p>
<p class="MsoNormal">Fecha-se uma porta de metal.</p>
<p class="MsoNormal">“Que animal faria isto, sim animal, um ser humano nunca faria tal coisa?” Pergunta o jornal, “mais um corpo encontrado”.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/19/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/19/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=19&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Berros, part. II</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 10:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Numa pequena cidade as noticias correm mais rápido que o normal, mesmo antes de os media dizerem algo, as os populares já o sabem há muito. O desaparecimento de um jovem é noticia bem falada. Todos sabem que o pequeno Bruce, de 19 anos, tinha desaparecido faz uma semana e ninguém sabia para onde tinha [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=17&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Numa pequena cidade as noticias correm mais rápido que o normal, mesmo antes de os media dizerem algo, as os populares já o sabem há muito. O desaparecimento de um jovem é noticia bem falada. Todos sabem que o pequeno Bruce, de 19 anos, tinha desaparecido faz uma semana e ninguém sabia para onde tinha ido.</p>
<p class="MsoNormal">Ockletown era uma região escondida dos mapas, apenas os moradores desta pequena região sabiam a sua localização, era há muito intitulada de “cidade fantasma”.</p>
<p class="MsoNormal">Numa rua normal, um homem de estatura media, encontra-se com um jornal na mão, na pagina aberta podemos ler: “rapas de uma cidade local desaparecido, estará este caso ligado aos macabros homicídios a que esta região tem sido alvo? Quem será o macabro ser que faz isto, sim, ser, porque humanos não fazem isto!”</p>
<p class="MsoNormal">O homem vestia uma gabardina preta, e um chapéu ocultava-lhe a cara. Figura obscura numa rua cheia de flores cremadas.</p>
<p class="MsoNormal">Fazia 2 anos que uma série de crimes macabros andava a assombrar a população local. Várias pessoas tinham sido raptadas e apareciam alguns dias depois, ou melhor, partes delas apareciam alguns dias depois, o assassino era chamado d’ “o carrasco negro”, um nome original vindo de populares bajuladores do seu orgulho mental. Em todo o caso, os corpos apareciam retalhados de forma cirúrgica, precisamente em pequenas zonas, em pequenos músculos, e de modo geral pertenciam a uma camada jovem.</p>
<p class="MsoNormal">Eram 14.30h, hora das aulas de ciências forenses no liceu da pequena “cidade fantasma”. Os alunos ocupam os seus lugares na sala. Há cadeiras vazias entre eles…Por entre a porta da sala entra o professor John Cárter, traz vestida uma gabardina preta, e um chapéu cobre-lhe a cara, “vamos lá meus senhores, onde íamos na última aula? Ah sim, o corpo humano”. De leve sem pressa, os livros eram abertos, como parecia que pesavam as paginas. Começa a aula, anatomia, estudo sobre os músculos humanos.</p>
<p class="MsoNormal">De um canto da sala, solta-se um silencioso suspiro, só audível a pessoa que o soltou. Um jovem, um jovem entre outros suspira por entre os desenhos de membros humanos, músculos e ossos ao descoberto. Os seus pensamentos são tapados pelo cabelo comprido negro que lhe escorre pela cara.</p>
<p class="MsoNormal">Toca para fora. A alegria dos jovens é fria e uniformizada, ninguém tem vontade de sair, ao mesmo tempo ninguém quer ficar – de livre vontade &#8211; dentro da sala. Um a um, lá vão arrastando as pesadas pernas, saindo com um olhar cortante, não vá o destino tecer das suas na próxima esquina negra. O último a sair é o pequeno sonhador negro, levanta-se agora do seu canto, traz um breve sorriso nos lábios e uma página do livro assinalada.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/17/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/17/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/17/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=17&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Berros, part. I</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 10:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao fundo de um corredor, urgiam os infames gemidos de um ser. Místico grito no ar, de um alguém preso a uma cadeira de ferro velho. O sujeito encontrava-se atordoado, sem grande fala, apenas via por entre um buraco feito no capuz que lhe mastigava a mente. Não era belo o que via. a sala [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=16&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"> Ao fundo de um corredor, urgiam os infames gemidos de um ser. Místico grito no ar, de um alguém preso a uma cadeira de ferro velho. O sujeito encontrava-se atordoado, sem grande fala, apenas via por entre um buraco feito no capuz que lhe mastigava a mente. Não era belo o que via. a sala onde estava era pequena, uma espécie de arrecadação. As paredes eram de pedra azul sujo, já gastas pelo tempo. Ao solto nelas estavam pequenas prateleiras, como as de uma garagem, cheias de pequenos instrumentos, em nada alegres à vista. Solto em medo, olhou à volta: prateleiras a encher as paredes velhas, instrumentos de corte, instrumentos de soldar, instrumentos que não sabia o que eram mas não eram amigáveis a mente, instrumentos…instrumentos…instrumentos…uma prateleira com frascos de vidro. O cérebro congela, “frascos de vidro? Mas que merda é…não…” solta-se um gemido seco. Dentro dos vidros encontravam-se pequenos pedaços de corpo humano, na sua maior parte olhos, claramente via num orelhas de mulher, visto que o ser [sim porque humano não era, humanos não fazem aquilo] que lá as pôs nem se deu ao trabalho de tirar os brincos.</p>
<p class="MsoNormal">Reacção normal do corpo, tenta chegar com as mãos a cara, mas vê-se impossibilitado, estão presas claro! Os pés encontram-se igualmente presos. Perdeu o olfacto, todas as capacidades do cérebro vão para a tentativa de encontrar uma saída desta bizarra situação.</p>
<p class="MsoNormal">Ao longe ouvem-se passos. Uma chave entra na porta de latão que se encontrava fechada atrás de si. De par em par ela abre, mas ele não consegue ver nada, está de costas. “Quem…quem está ai??”, pergunta, não respondem. O tilintar do metal, produzido pelo doce bater dos instrumentos ecoa pela pequena sala. O ser que agora tem nome, carrasco, tira o capuz do pobre coitado sentado na cadeira. “Tu?? Mas mas….nao não, por favor, não. NÃO!!”. Foge um berro pela pequena sala.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/16/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/16/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=16&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2007 22:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[A estrada vivia a noite, enquanto as minhas rodas percorriam os seus infinitos metros. Eram quase ** da manha, e no céu brilhava a estrela da noite. A sul o sol já tinha fugido, dando o seu lugar ao suave manto negro de cetim, a que, em beleza de prosa, chamaram noite. De vestido sorridente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=14&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_80dgKV4gAKg/Rnmoj4BAwLI/AAAAAAAAABw/EPNO0cNMgt0/s1600-h/road.htm"><img align="absmiddle" /><img src="http://bp2.blogger.com/_80dgKV4gAKg/Rnmoj4BAwLI/AAAAAAAAABw/EPNO0cNMgt0/s320/road.htm" style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" border="0" /></a></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal">A estrada vivia a noite, enquanto as minhas rodas percorriam os seus infinitos metros. Eram quase ** da manha, e no céu brilhava a estrela da noite. A sul o sol já tinha fugido, dando o seu lugar ao suave manto negro de cetim, a que, em beleza de prosa, chamaram noite.<br />
De vestido sorridente agarrava o volante. Perto o tictac do relógio acordava o céu. A estrada seguia em frente, e no rádio passava Led Zepplin, Staiway to Heavan. Fora do carro, os campos iam ficando verdes, cada vez mais suaves. Doce tictac.</p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal">Longe, sem medição humana, ficavam os montes e por trás deles iria sair o sol. Mas por agora, lá ia eu, de volante nas mãos e tictac no ouvido.<br />
Os pneus passavam por cada brecha da estrada, cada pequeno buraco, fazendo o carro abanar, meu berço, dizia eu.<br />
Stairway to Heavan, solo de guitarra lindo, o típico brilho que as musicas dão, como na vida, o tudo por tudo para antecipar um fim. Sei o que vem depois deste solo, mas mesmo assim gosto de o ouvir!</p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal">Tictac.</p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal">Os olhos pesam-me e a musica esta no fim. Mas do volante não me saem as mãos.<br />
Fora do carro, ouvem-se vozes, “…paragem cardíaca…nada a fazer…hora de óbito…”. Não percebo as vozes, não as conheço, deve ser do sono, dizia a mente. Não interessa, a estrada é grande e o álbum ainda não acabou. A nova musica já lá vai a meio, e a estrada ainda mal começou.<br />
Ao longe, o sol não nasce.</p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family:arial;"><span style="font-weight:bold;">Tictac.</span><span style="font-weight:bold;">tic.tac.tic</span>..tac..tic…tac…tic….tac…tic[<span style="font-weight:bold;">…</span>]</span></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=14&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title></title>
		<link>http://segundaface.wordpress.com/2007/06/16/texto-sobre-uma-personagem-inicio-da-vida/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2007 20:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ponto final</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[[texto sobre uma personagem, inicio da vida] [exterior rua] a noite ia no seu começo ainda a lua tapava os olhos por causa do sol que lhe ofuscava, e eu tinha já a mente sincronizada nos teus movimentos, nas palavras que ensaiava sozinho num canto escuro sem ninguém, [interior, pensamento e isolamento] ao mesmo tempo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=13&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_80dgKV4gAKg/RnRMIIBAwJI/AAAAAAAAABg/1-_h-WzxaYM/s1600-h/IMG_0445.JPG"><img src="http://bp2.blogger.com/_80dgKV4gAKg/RnRMIIBAwJI/AAAAAAAAABg/1-_h-WzxaYM/s320/IMG_0445.JPG" style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" border="0" /></a></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;">[texto sobre uma personagem, inicio da vida]</span></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;"><br />
[exterior rua] a noite ia no seu começo ainda a lua tapava os olhos por causa do sol que lhe ofuscava, e eu tinha já a mente sincronizada nos teus movimentos, nas palavras que ensaiava sozinho num canto escuro sem ninguém, [interior, pensamento e isolamento] ao mesmo tempo ao lado ensaiava alguém um discurso para uma tal receita culinária, que na minha solidão pensativa não prestei atenção. </span></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;">[desenvolvimento…] fazia equações de poemas e textos a dizer, e em harmonia aos mesmos, não pensava nada e dizia ao improviso para começar o trabalho, que longe ia a preocupação.<br />
[volta ao exterior] cá fora a noite era linda, cantava palavras de alegria, soltava sorrisos de euforia, e tal era a sua proximidade que soltei um pouco do eu para falar com ela!<br />
De fora da sala, olho o céu, e tento contar as estrelas uma a uma, peço algo mas sem sequer saber o que pedia, ou que palavra dizia, sempre calado com a noite vivia. </span></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;">[aparecimento da amada, ainda não se conhecem] vestida de negro um anjo rompeu pela estrada que vinha ate mim, fiquei de olhar desviado a ver se chamava a tua atenção. Assim, sem veres para onde olhavas, pousas-te os olhos em mim, deste-me um olhar, e um olhar eu te dei. [inicio da acção amorosa] chamei-te em sonhos, amei-te em cartas, desejei-te em luares, disse-te eu, mas da minha boca não saiu mais que: “olá, como estas”…[confusão, falta de palavras, certa intimidação...] carrancuda foi a pergunta, sorridente foi a resposta. A frase ficou a meio, porque a noite era de festa, mas antes da diversão vem o trabalho, e trabalho lá tivemos nos. [voltam para dentro, vão trabalhar] falei de tudo sobre tudo, disseste-me a tua vida, contaste-me os teus segredos, e a nossa boca sem se mover….<br />
[continuação, festa quase pronta] estava tudo feito, a sala estava quase pronta, já nada me faltava fazer, olho pela porta e vejo que o dia finalmente acabou por morrer. Pego na tua mão e levo-te la para fora, onde a noite solta palavras e os sentimentos brincam entre estrelas de tentação. [de volta ao exterior, possível tentativa de declaração] ficamos pelo banco de madeira, primeiro sozinhos, mas depois todo o mundo veio ver, acompanhar a nossa conversa, todos vieram-se rir quando as piadas não eram para eles.</span></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;">[volta ao interior após a declaração] “Muita gente, anda lá dentro, quero-te mostrar algo lindo…”, corremos sem mexer muito os pés, entramos pela sala e apontei para um sítio em branco, não estava lá nada, brincas com isso e dizes que ando a ver coisas. Abraço-te, beijo a cara…desço e tomo aquilo porque esperei a noite toda, não me recusas…<br />
[inicio da relação] os pratos brincavam na cozinha, e os nossos lábios faziam contractos eternos na sala.<br />
[fim da acção, comparação com a noite] a noite ia no seu começo, não para o sol, mas sim no [nosso] seu começo. </span></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;"><br />
[conclusão da acção: personagem morre vitima de acidente de carro; “anjo”, amor da personagem…toma o seu caminho, escolhe o seu fim]</span></p>
<p style="font-family:arial;" class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;"><br />
[<span class="blsp-spelling-error">the</span> <span class="blsp-spelling-error">end</span>]</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/segundaface.wordpress.com/13/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/segundaface.wordpress.com/13/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/segundaface.wordpress.com/13/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/segundaface.wordpress.com/13/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=segundaface.wordpress.com&amp;blog=1485961&amp;post=13&amp;subd=segundaface&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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